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Tóquio: diversão por ¥ 3 mil

Um guia para passar o dia na metrópole gastando pouco dinheiro

Os bairros de Harajuku e Akihabara oferecem atrações que não custam um centavo e garantem o dia de diversão na capital nipônica. Programe-se!

10h30 – Chegada na estação de Harajuku

A viagem começa no bairro mais jovem da capital nipônica. Especialmente aos domingos, Harajuku ferve com turistas estrangeiros e colegiais em busca de diversão. Na estação, procure pela saída que dá para a Takeshita-doori.

10h40 – Takeshita-doori

Harajuku1Esta é a rua mais animada de Harajuku. Especialmente para as meninas, que podem cair de cabeça nas muitas lojas de acessórios, criadas especialmente para quem tem menos de 20 anos. Os garotos também podem dar uma atualizada no estilo em lojas com preços baixos, muitas vezes expostas na própria calçada. Se você curte moda, não tire o olho das roupas alheias: esse é o bairro de quem não tem medo de arriscar.

12h30 – Almoço

Harajuku2Boa opção para gastar pouco: na própria Takeshi-doori, uma praça de alimentação (food court), no 2º andar do shopping Solado, oferece kebab, takoyaki, entre outros. Para a sobremesa, os quiosques que vendem crepes deixam os gulosos na fila.

13h30 – No ritmo do Yoyogi Koen

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Volte pela Takeshita-doori em direção à estação de Harajuku e vire à esquerda. Quando chegar à passarela de pedestres, vire à direita e siga reto. Pronto: esse é o Yoyogi Koen, que, além de ser uma alternativa para comer um obentô a céu aberto, é palco para os mais loucos candidatos a artistas. Não perca os shows na calçada aos domingos. Que tal trazer sua banda para tocar aí também? E fique de olho nos festivais típicos de diversos países entre abril e outubro. 

15h30 – Rumo a Akiba

akihabara4Da estação de Harajuku, pegue a linha Yamanote sentido Shinagawa. Desça na estação Akihabara. O paraíso dos otakus vale a visita de quem tem o mínimo interesse em games, animês e eletrônicos. Comece o passeio pela gigantesca loja do Yodobashi Camera, na saída Showa-doori. No andar de games, dá para jogar de graça.

17h30 – Torre de Tóquio

tokyo_tower5Pegue o metrô na estação de Akihabara da linha Hibiya e vá até Kamiyacho. À sua frente, estará a Torre de Tóquio. Suba até o observatório e encontre muitos grupos de jovens admirando o final da tarde na capital nipônica. Os japoneses orgulham-se pela torre bicolor ser a maior do mundo, com 333 metros, contra 320 metros da Torre Eiffel, em Paris. Atenção ao ingresso: o primeiro estágio, a 150 m, custa ¥ 820. Já o segundo, a 250 m, requer ¥ 600 extras.

A conta da viagem*
Transporte: ¥ 350
Almoço e crepe: ¥ 900
Maid cafe (meninos): ¥ 800
Purikura (meninas): ¥ 500
Torre de Tóquio: ¥ 820
Total: (eles) ¥ 2.870 – (elas) ¥ 2.570
*gastos estimados

Fonte: Nippo-Brasil

Macarrão Instantâneo: Rápido e Fácil

Com 50 anos de história, o macarrão instantâneo
continua em crescimento no mercado mundial.

Acima, variedades de macarrão instantâneo vendidas em diversos países, inclusive no Brasil

Acima, variedades de macarrão instantâneo vendidas em diversos países, inclusive no Brasil

O ano de 2008 marcou o 50º aniversário de uma das maiores invenções japonesas do século XX: o macarrão instantâneo. O criador Momofuku Ando seria homenageado com vários eventos, entre eles, a reunião internacional das indústrias do ramo marcada para ser realizada em março em Ikeda (Osaka), a terra natal do “miojo”, como é conhecido no Brasil. O fundador da Nissin Food Products estava ansioso para participar do evento como o presidente da International Ramen Manufacturers Association (Irma), formada em 1997 pelos dez principais produtores de nove países, mas ele morreu no dia 5 de janeiro, aos 96 anos.

A notícia sobre sua morte foi tratada com destaque, inclusive nos jornais estrangeiros, e causou surpresa para quem não sabia que o “miojo” havia sido criado por uma pessoa. O New York Times publicou o editorial Mr. Noodle em homenagem a Ando, reafirmando que o macarrão instantâneo foi uma das principais invenções japonesas do pós-guerra, junto com o Walkman da Sony e o Civic da Honda. No Japão, ele já recebeu o título de maior invenção nacional do século XX, seguida pelo karaokê e pelo Walkman, numa pesquisa do Instituto de Pesquisa e Informação Mizuho.

O primeiro produto lançado por Ando, chamado Chiken Ramen, teve que superar a estranheza e o receio entre os vendedores para chegar às prateleiras. Mas ele teve ótima aceitação do público, logo depois que saiu no mercado, no dia 28 de agosto de 1958, apesar de custar quase o mesmo preço de uma tigela de macarrão servido na rua, ou seja, ¥ 35 (R$ 0,60). Em menos de um ano, a produção diária do Chicken Ramen cresceu de 300 para 6 mil porções.

Cup Noodle

De acordo com o levantamento feito pela Associação Japonesa das Indústrias de Comidas Convenientes, há cerca de mil tipos de macarrão comercializados no Japão com selo de certificação de qualidade JAS, que representam mais de 80% do mercado. Entre eles, 62,8% são os que vêm em vasilha descartável, outra grande invenção da Nissin.

Ando teve a idéia de criar o Cup Noodle quando viu os norte-americanos comendo o Chicken Ramen em copo descartável de papel numa viagem de negócios aos Estados Unidos em 1966. Mas demorou cinco anos para o primeiro produto do gênero chegar ao mercado, devido a uma série de dificuldades para pôr a idéia em prática.

noodle

O macarrão colocado simplesmente no copo era fácil de se quebrar durante o transporte e grudava no fundo na hora do preparo. Para resolver esse problema, Ando teve que encontrar a maneira de deixá-lo suspenso dentro do pote (veja a foto ao lado). Após o lançamento do Cup Noodle, em 1971, outras 14 fabricantes seguiram a Nissin com produtos semelhantes e, em dois anos, a produção anual desse tipo de macarrão aumentou cem vezes, de 4 milhões para 400 milhões de pacotes.

O mercado japonês de macarrão instantâneo já está saturado com mais de 5,4 bilhões de pacotes produzidos anualmente, segundo afirma o secretário-geral da Associação Japonesa das Indústrias de Comidas Convenientes, Hidetoshi Hasuo. “Esse número equivale a 42,4 pacotes por pessoa. É difícil prever grande aumento no futuro”, conta ele, que diz comer pelo menos um por semana. “O novo segmento que pode crescer no Japão é o de produtos com baixa caloria, que tem feito sucesso entre o público feminino”, acrescenta.

Mas o mercado afora ainda está em crescimento. Conforme a pesquisa da Irma, o total de macarrão instantâneo consumido no mundo inteiro, que foi de 53,2 bilhões de porções em 2001, aumentou para 85,6 bilhões em 2005. Somente na China, o maior consumidor desse tipo de comida, a venda mais que dobrou no mesmo período, de 21,2 bilhões para 44,2 bilhões de pacotes. “Em termo de quantidade total, não há nenhum outro país que concorre com a China. Mas o consumo no Vietnã e no México também cresceu mais de 50% nos últimos anos”, cita Hasuo.

Versão espacial

O macarrão instantâneo já foi até ao espaço. A Nissin, em parceria com a Agência Nacional de Desenvolvimento Espacial (Nasda), a atual Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (Jaxa), desenvolveu uma versão especial do Cup Noodle que possa ser comida em ambiente de gravidade zero. A pedido do astronauta japonês Soichi Noguchi, que embarcou no ônibus espacial Discovery junto com este macarrão, chamado Space Ram, em 2005, a fabricante preparou quatro tipos de sabor: shoyu (molho de soja), missô (pasta de soja), tonkotsu (caldo de carcaça do porco) e curry.

Museu do Macarrão Instantâneo

Réplica da barraca onde foi criado o Chicken Ramen

Réplica da barraca onde foi criado o Chicken Ramen

Para saber mais sobre o macarrão instantâneo, vale a pena visitar o Instant Ramen Hatsumei Kinenkan, o primeiro museu do mundo sobre essa comida inaugurado pela Nissin, em 1999, em Ikeda (Osaka). Além de apresentar a história da invenção com a réplica da barraca montada no quintal da casa de Momofuku Ando, onde ele criou o Chicken Ramen, o museu expõe embalagens dos produtos reunidos do mundo inteiro. Possui laboratórios para os visitantes conhecerem o processo da produção do Chicken Ramen e prepararem o Cup Noodle personalizado, com mistura original de sopas e ingredientes. Há também um refeitório onde é possível experimentar as raridades. Em julho do ano passado, o número total de visitantes passou de 1 milhão.

Fonte: Nippo-Brasil

Nikko, A Cidade dos Xoguns

Temperaturas amenas e natureza privilegiada fazem da região um refúgio de verão

Temperaturas amenas e natureza privilegiada fazem da região um refúgio de verão

Nikko é famosa por seu clima frio. A temperatura média em janeiro em Senjogahara é de 7ºC, com mínima, em geral, abaixo dos -20ºC, proporcionando áreas para a prática do esqui. O verão é confortável, com temperatura média em agosto, na região central de Nikko, entre 21ºC e 22ºC. Por isso, Nikko é chamada freqüentemente de Refrigerador Natural. O clima ameno faz de Nikko um refúgio no verão e uma famosa produtora de vegetais, morangos e cereais.

Animais e elementos da natureza representam a paz, ideal de Ieyasu Tokugawa

Animais e elementos da natureza representam a paz, ideal de Ieyasu Tokugawa

Ieyasu Tokugawa (1542–1616) foi um importante personagem de Nikko e desenvolveu a região. A criação de um santuário foi seu o último pedido, deixando a seguinte mensagem: “Construa um pequeno santuário em Nikko e coloque-me nele assim como um deus. Eu serei o guardião da paz que irá se manter no Japão.” Nikko está situada a norte de Edo (atual Tóquio), que sediou o governo Tokugawa. O terceiro xogun, Iemitsu Tokugawa, reconstruiu o então pequeno Santuário Toshogu de maneira suntuosa. Hoje, muitos turistas visitam o local para ver a arte da construção, que não é o melhor da arquitetura da época, mas ilustra bem o ideal político de Ieyasu. Os escultores de animais sagrados, como o famoso gato dormindo, tiveram como inspiração a paz. Com isso, o Santuário Toshogu tem essa inspiração como símbolo, com suas esculturas e pinturas dispostas com este propósito em determinados lugares das construções.

Mausoléu Taiyuin

Mausoléu Taiyuin: o salão principal Honden, o oratório Haiden e a sala Ainoma são considerados tesouros nacionais

Mausoléu Taiyuin: o salão principal Honden, o oratório Haiden e a sala Ainoma são considerados tesouros nacionais

Taiyuin foi o título concedido a Iemitsu Tokugawa e usado pelo imperador Gokômyô para designar o mausoléu do xogun. Iemitsu deixou uma última mensagem antes de sua morte, em 20 de abril de 1651: “Eu servirei a Ieyasu mesmo depois de morto.” O quarto xogum, Ietsuna, entendeu a vontade de Iemitsu e iniciou a construção do Mausoléu Taiyuin em 16 de fevereiro de 1652 e ela foi concluída em 4 de abril de 1653.
O salão principal Honden, o oratório Haiden e a sala Ainoma são considerados tesouros nacionais. A concepção do Taiyuin é diferente do Toshogu, pois Iemitsu temia uma imitação do santuário. A posição de cada construção está em harmonia com a paisagem. As cores do Santuário Toshogu são baseadas no branco e no ouro e têm o preto como moldura, enquanto o Taiyuin tem como base o ouro e o preto e molduras em vermelho. O Mausoléu Taiyuin está em frente ao Santuário Toshogu, indicando o profundo respeito de Iemitsu para com Ieyasu.

Natureza abundante

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Há uma frase famosa para expressar Nikko – Nunca diga que algo é formidável sem ver Nikko. Há muitos pontos turísticos na região, que possui uma história anterior ao ano 766 da Era Nara, quando o monge Shoto construiu o Templo Shihonryuji. O foco de Nikko não está apenas em suas relíquias, mas também em sua natureza abundante, com suas ricas florestas e água cristalina. Suba ao Monte Nantai e veja todas as construções de Nikko de maneira peculiar.

Fonte: Nippo-Brasil

A arquitetura espetacular do Castelo Himeji

Confira o grandioso castelo branco que possui estrutura moderna,
pertencente ao Renascimento Japonês
 

castelo

O CASTELO BRANCO

O Castelo Himeji está localizado no centro da cidade de mesmo nome, a cerca de 50 km a oeste de Kobe e 650 km a oeste de Tóquio. Leva-se quase quatro horas de trem-bala saindo de Tóquio. As peculiaridades desse castelo começam por seu nome – Castelo da Garça Branca em virtude de suas paredes brancas, recobertas por uma resina especial à prova de fogo.

Patrimônio da Humanidade: título que ganhou em 1993

Patrimônio da Humanidade: título que ganhou em 1993

Como outros castelos japoneses, o Himeji tem sua construção feita em madeira. Assim, a prevenção contra o fogo é uma preocupação constante. O castelo está no alto do monte Hime, a 45,6 metros acima do nível do mar. A torre principal, que está no centro e, é o símbolo do castelo possui 46,4 metros de altura. O Castelo Himeji é famoso não somente por sua enorme torre principal, como também por seu projeto de defesa altamente eficaz e complexo, que funciona como um labirinto. Esse é um dos principais atrativos nos dias de hoje, pois mesmo com o caminho muito bem sinalizado, inúmeros turistas se perdem facilmente.

HISTÓRIA

Teve início com a construção de um forte por Norimura Akamatsu, soberano do Distrito de Harima (região de Himeji) em 1333. Mais tarde, em 1581, um castelo, com três andares, foi construído por Hideyoshi Toyotomi, quando o país se encontrava em conflitos contínuos.

Em 1601, Terumasa Ikeda, genro do shogun Ieyasu Tokugawa, iniciou a ampliação do castelo para cinco andares e a torre principal, além de outras três torres menores, fazendo do castelo um posto defensivo extremamente importante para o xogunato Tokugawa. Ikeda levou oito anos para terminar a reconstrução. Felizmente, o Castelo Himeji jamais foi danificado pelas guerras, mesmo durante a Segunda Guerra.

Essa é uma das razões de esse castelo manter sua forma original por quase 400 anos. Em 1993, o Castelo Himeji foi incluído na lista de Patrimônio da Humanidade da Unesco devido a sua estrutura de madeira de valor incomparável no mundo, além de possuir a estrutura completa, incluindo suas torres, fortificações em pedra, e paredes muito bem preservadas.

Originalidade: mesma estrutura há quase 400 anos

Originalidade: mesma estrutura há quase 400 anos

Olhando o Castelo Himeji de cima, algumas pessoas não poderiam imaginar que esta beleza arquitetônica japonesa é algo original e que não foi influenciada pela China ou pela cultura do Ocidente. Ele é um produto genuinamente inspirado no chamado Renascimento Japonês e é um espetáculo à parte.

Fonte: Nippo-Brasil

É época do florecer da sakura no Japão

Homem observa flores de sakura em um parque de Tóquio

Homem observa flores de sakura em um parque de Tóquio

O começo da primavera é um período corrido para os japoneses. Entre o fim de março e começo de abril, as empresas fecham a contabilidade do ano fiscal, estudantes se formam, relatórios são produzidos. E o florescimento da cerejeira (sakura, em japonês) marca todo esse período de transição.

O ato de observar as flores tem até um nome: hanami

O ato de observar as flores tem até um nome: hanami

Se você for ao Japão hoje, verá filas de árvores de cerejeira nas calçadas, carregadas de flores. Os parques com sakuras ficam lotados de visitantes que, à sombra das árvores, fazem piqueniques e admiram o espetáculo cor-de-rosa da natureza.

Há até um nome especial para o ato de observar as flores e celebrar o período: hanami.

As flores de sakura têm um significado muito especial no Japão. Elas estão presentes em letras de canções populares, desenhos de artistas e na cultura pop japonesa, por meio de mangás e animes.

O período de florescimento dura de sete a dez dias. Por isso, as flores estão associadas à efemeridade. Os samurais usavam-na para representar suas próprias vidas: uma explosão de cor por um um breve período, antes de murchar e morrer.

Fonte: Made in Japan

Hinamatsuri, o dia das meninas no Japão

As famílias japonesas comemoram o dia das meninas montando altares com bonecas para pedir saúde e felicidade às garota

 

Em Tomisaki, na província de Ehime, foi construído um altar gigante com centenas de bonecas

Em Tomisaki, na província de Ehime, foi construído um altar gigante com centenas de bonecas

O Dia das Meninas, que acontece todo dia 3 de março, no Japão, teve diversas comemorações por todo o território nipônico. Neste dia, costuma-se pedir que as meninas cresçam com saúde e consigam arranjar um bom casamento, quando crescerem.

Conhecido também como Hinamatsuri, a data tem como ritual a montagem de altares com panos vermelhos em degraus, chamados de hinadan, onde são dispostas bonecas, que representam a família imperial, os serviçais e os músicos.

Todos vestidos com trajes tradicionais do período Heian (794 – 1185). Mas em Tóquio, meninos e meninas, vestidos com trajes típicos japoneses, montaram um altar vivo.

Boneco do presidente dos EUA Barack Obama enfeita um dos hinadan

Boneco do presidente dos EUA Barack Obama enfeita um dos hinadan

Já a companhia aérea JAL resolveu inovar e fez um vôo especial com suas funcionárias mulheres. O único homem da tripulação era o piloto.

A empresa tem 81 mulheres que trabalham na manutenção dos aviões, 31 atendentes de bordo e 4 co-pilotas. Segundo a companhia, é possível que uma mulher seja promovida a capitã de vôo, mas ainda não há uma data prevista.

Fonte: Made In Japan

Mangá também é cultura

História em quadrinhos hoje tem um museu, uma
faculdade e um prêmio promovido pelo governo

A visão da sociedade japonesa sobre o mangá mudou. O que antes era visto como diversão infantil hoje ganhou status de um importante meio para o governo promover a diplomacia cultural. Além do prêmio internacional criado recentemente pelo Ministério das Relações Exteriores, existe até uma faculdade especializada que forma futuros cartunistas.

Carreira: jovens interessam-se cada vez mais em investir de forma profissional nas artes gráficas83

Carreira: jovens interessam-se cada vez mais em investir de forma profissional nas artes gráficas

A Universidade Seika, de Quioto, inaugurou o curso de mangá dentro da Faculdade de Belas Artes em 2001. Em abril deste ano, o curso ganhou independência e foi transformado numa faculdade. Atualmente, cerca de 600 alunos estudam para realizar o sonho de se tornar cartunista, chargista, editor de mangá ou criador de desenho animado.

Mas qual é o diferencial de estudar o mangá num curso univesitário, e não numa das cerca de cem escolas profissionalizantes existentes em todo o país? “Os alunos têm oportunidades de comparar os quadrinhos com outros estilos de desenho, como as pinturas ocidental e oriental, e estudar outras disciplinas. Com isso, eles ganham uma visão mais ampla sobre o mangá e o mundo que os cercam”, explica o chargista e diretor da faculdade, Keiichi Makino.

Mercado de Trabalho

Formar-se nesta faculdade não garante uma carreira de cartunista para os alunos. Mas, antes mesmo da conclusão do curso, eles têm chance de mostrar seu trabalho participando da produção de quadrinhos em vários tipos de publicação. A faculdade recebe encomendas para elaborar folhetos sobre assuntos diversificados que utilizam o mangá em vez de texto. Eles já produziram panfleto para conscientização sobre portadores de hanseníase para uma prefeitura, folheto explicativo sobre aneurisma para um hospital e até a petição de um grupo de cidadãos. “São poucos os alunos que conseguem se profissionalizar como mangaka [cartunista]. Mas há outras atividades como essas que eles podem exercer, aproveitando o conhecimento e as técnicas adquiridas no curso”, conta Makino.

Reconhecimento: sofisticada estrutura para guardar o acervo do Museu Internacional do Mangá em Quioto

Reconhecimento: sofisticada estrutura para guardar o acervo do Museu Internacional do Mangá em Quioto

Para dar apoio maior aos alunos e formados do cursos de mangá, a Universidade Seika inagurou o Museu Internacional de Mangá, em novembro do ano passado, em conjunto com a prefeitura de Quioto. Num prédio de quatro andares com uma área total de 5 mil m2, o museu guarda um grande arquivo de materiais relacionados ao mangá, que inclui mais de 200 mil livros e revistas, japoneses e estrangeiros.

Entre os cerca de 600 jovens que estudam o mangá na Universidade Seika, os alunos estrangeiros representam 10%. A grande parte deles é da Coréia do Sul, onde o mercado de mangá está em crescimento. Segundo Makino, a metade dos estudantes que fazem o curso de pós-graduação são coreanos.

Com o aumento da popularidade dos quadrinhos japoneses no Exterior, espera-se que um número cada vez maior de estangeiros venha ao Japão para estudar o mangá. Eles serão concorrentes dos cartunistas japoneses futuramente? “Há muitos estrangeiros com nível técnico elevado. Mas, para fazer sucesso no mercado editorial daqui, o importante é elaborar histórias que caiam no gosto dos leitores japoneses”, afirma o diretor.

Fonte: NIPPOBRASIL.COM.BR

Torres do Japão

Torre de Tokyo

Torre de Tokyo

São três torres de ferro. Estão localizadas nas cidades de Tóquio, Nagóia e Osaka. Cada uma delas conserva características particulares, atrativos bem diferentes e uma história própria.

A princípio, uma torre não teria nada em comum com a outra, se não fosse o nome de uma pessoa: Tachu Naito, japonês, formado em arquitetura pela Universidade Imperial (a atual Universidade de Tóquio). Dentre outras torres do gênero, foi ele o responsável pela construção das três torres mais famosas do Japão e que hoje possuem o status de símbolo das cidades onde estão localizadas. em 2007, comemorou-se os 50 anos do início das atividades das três torres de transmissão feitas pelo arquiteto. Como parte dos eventos comemorativos, uma exposição itinerante mostra um pouco da história de cada uma das torres e da vida de Naito dedicada à arquitetura.

O arquiteto nasceu em 1886, na província de Yamanashi, e foi o idealizador da teoria da construção resistente a terremoto. Ele aplicou a sua teoria em diversos prédios no Japão. E eles resistiram praticamente intactos ao grande terremoto de Tóquio, servindo para provar a teoria de Naito, que ficou conhecido como “Doutor Torre”.

Agora conheça cada uma das torres.

TORRE DE TOKYO

Altura: 333 metros e Inauguração: 1958

Altura: 333 metros e Inauguração: 1958

A Torre de Tóquio está localizada a oeste do Parque de Shiba. O monumento recebe cerca de 4 mil visitantes nos dias de semana e 10 mil nos finais de semana. Em setembro, o número de visitantes alcançou a marca dos 150 milhões. Na base da torre, está a Foot Town, um complexo de 5 andares com lojas de souvenirs, restaurantes, museus e outras atrações. Há também na torre um espaço, Club 333, onde são realizados shows de música ao vivo todas as quartas e quintas-feiras. A iluminação da torre é um show à parte. Uma vez a cada ano, ela é iluminada de rosa como parte da Campanha Contra o Câncer de Mama. Agora, a torre apóia a candidatura de Tóquio para sediar as Olimpíadas de 2016.

TORRE DE TV DE NAGOYA

Altura: 180 metros e Inauguração: 1954

Altura: 180 metros e Inauguração: 1954

A torre está localizada no Parque Hisaya Oodori. Desde a inauguração, ela chegou a receber, durante 10 anos, cerca de 1 milhão de visitantes por ano. Mas, com o passar do tempo, o número foi caindo, e nos últimos 7 anos foram contabilizados menos de 200 mil pessoas por ano. Em julho deste ano, as dependências da torre passaram por uma reforma que pôs fim àquela imagem antiga. Dentre as mudanças, estão a inauguração de sete novos estabelecimentos, entre cafeterias e restaurantes, além de um espaço para ser usado como galeria para exposições gratuitas. Em menos de 6 meses de mudanças, já se tem um retorno positivo do público e já se constatou um aumento do número de visitantes. Ao que tudo indica, o número de visitantes chegará a 400 mil.

TSUTENKAKU (OSAKA)

Altura: 103 metros e Inauguração: 1956

Altura: 103 metros e Inauguração: 1956

Falar em Tsutenkaku é falar na torre com neon. São quatro faces, sendo três delas preenchidas com publicidades e uma com dizeres que são trocados periodicamente. Atualmente, pode-se ler a frase “Hito, machi, kagayaku! Osaka” que exalta o brilho da cidade e do povo de Osaka. A atual construção é, na verdade, a segunda geração da torre, já que a primeira, construída há cerca de 90 anos, foi destruída na guerra. Na segunda versão, foi introduzido o elevador em forma cilíndrica, uma novidade no mundo na época. Tsutenkaku significa “prédio alto que chega ao céu”. O nome foi dado pelo cientista japonês Nangaku Fujisawa porque, quando foi contruída, a torre era a mais alta do Oriente.

Fonte: NIPPOBRASIL.COM.BR

Os benefícios do chá verde!

Ola para todos! Como estão?

Vamos deixar um pouco de lado o J-Pop, pois estava passando pelo site da revista Made in Japan e encontrei uma matéria bem interessante sobre o chá verde, espero que gostem!

Excelente para quem deseja emagrecer e ter uma vida mais saudável, a bebida mais popular do Japão conquista o Ocidente

Excelente para quem deseja emagrecer e ter uma vida mais saudável, a bebida mais popular do Japão conquista o Ocidente

A mais nova mania japonesa que está ganhando o mundo não poderia ser mais simples. Nada de equipamentos eletrônicos, histórias em quadrinhos ou alguma moda inspirada na cultura ou na espiritualidade nipônicas. A última tendência mundial é a bebida mais popular do Japão: o chá verde.

Atraídos pelos benefícios à saúde, os brasileiros também estão se rendendo à novidade. Sachês, drinques gelados, sorvetes e até cosméticos à base da planta surgiram nas prateleiras das lojas, atendendo a uma demanda crescente. Antes dessa onda, o chá verde consumido no País vinha só de pequenas empresas ou de importação.

O aumento da procura ocorreu ao mesmo tempo que pesquisas científicas sugeriam os benefícios terapêuticos da bebida. Artrite, memória, câncer e perda de peso. Acredita-se que a bebida tenha influência positiva sobre todos esses aspectos. Para facilitar sua aceitação no Brasil, as empresas estão oferecendo algumas variações. “Devido ao gosto extremamente amargo, as pessoas tinham uma certa rejeição à bebida”, afirma Viviane Farinelli Jarina, coordenadora de Marketing da Wow, empresa que lançou no Brasil o chá verde enlatado Feel Good, levemente adocicado. Além desta versão, o produto também é encontrado com sabores de frutas ou misturados a outras ervas, como o mate.

Uma curiosidade é que a palavra chá foi utilizada, inicialmente, de forma equivocada no Ocidente. Chá, e variações como tea, em inglês, tee, em alemão, ou thee, em holandês, vêm do chinês tcha, palavra usada para designar, exclusivamente, a planta Camellia sinensis. E somente as bebidas feitas dessa erva eram consideradas chás verdadeiros. Porém, com o passar do tempo, a palavra foi ganhando novos significados e acabou incorporada a diversas línguas, inclusive ao português.

Acompanhe a matéria completa AQUI

Ótima semana para todos!

O maior Buda do mundo

Boa noite a todos, postando a primeira matéria depois da reforma no site, espero que curtam o novo visual!

Ushiku Daibutsu, visto à distância

Ushiku Daibutsu, visto à distância

A cidade de Ushiku guarda um enorme tesouro que leva, em parte, o seu nome: o Ushiku Daibutsu, a maior estátua de Buda do mundo. Feita de bronze, ela possui 120 metros de altura, incluindo 10 da plataforma e outros 10 da flor de lotus em sua base. Devido a sua grandiosidade, o monumento pode ser contemplado a quilômetros de distância.

O Ushiku Daibutsu está num parque onde nascem centenas de flores que mudam a cada estação. Em uma pequena praça em estilo japonês, há várias carpas que ficam à espera de alimento, que pode ser obtidos em algumas casinhas que comercializam rações.

Por todo o local, o ambiente emana a tranqüilidade da religião indiana. Logo na entrada, os visitantes podem colocar incensos – a 100 ienes – em frente ao Buda.

Um elevador dentro da estátua leva as pessoas até um observatório, a 85 metros de altura. São cinco andares com lojinhas para comprar omiyage (lembrança, presente), ver fotos e registros da construção.

Um deles chama a atenção pela beleza e riqueza de detalhes de sua decoração. Por todas as paredes interiores, estão expostas 3,3 mil pequenas imagens douradas do Buda. Um final de passeio à altura da obra.

Veja a matéria completa no site da Made In Japan, clique AQUI.

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